20 de novembro de 2017

The Rocky Horror Picture Show no Odeon e Halloqueen no Teatro Rival


No final de outubro, eu finalmente fui na minha primeira sessão interativa de The Rocky Horror Picture Show, aqui no Rio de Janeiro, no Cine Odeon.
Descobri que esse foi o terceiro ano das apresentações, e fiquei muito empolgada em assistir!

(The Rocky Horror Picture Show, 1975)

Para quem não sabe, The Rocky Horror Picture Show é musical de comédia/terror britânico, produzido em 1975. Onde o casal Brad e Janet se perdem na estrada em meio à uma tempestade, e com o pneu furado procuram ajuda em uma mansão sombria, residência de um cientista louco chamado Dr. Frank-N-Furter. A mansão abriga personagens excêntricos, vindos do planeta Transexual, da galáxia Transylvania. E a história gira em torno na criatura que o Dr. está criando em seu laboratório.
Há o remake de 2016, mas dizem que é bem ruim e eu nunca assisti.

(As Vantagens de Ser Invisível, referência à TRHPS)

Em todo o mundo, todos os anos na época do Halloween, são produzidas sessões interativas do filme, com um elenco de atores locais.
Há inclusive uma cena no filme As Vantagens de Ser Invisível, onde os personagens atuam cenas de TRHPS em um teatro!
Eu fiquei louca querendo assistir, e não sabia que tinha no Rio de Janeiro!

15 de novembro de 2017

7 dias de fotografia!


Eu fui desafiada pelo meu primo à tirar fotos em preto e branco por sete dias, sem contextualizar, do meu cotidiano. Pensei que a maioria das fotos seriam dentro de casa, pois eu não saio muuito, mas acabei me surpreendendo! Então aqui falarei sobre cada uma ❤.

Essa primeira tirei quando estava desenhando uma história em quadrinho que ainda não coloquei ao ar. Acho que desenhar define bem o meu cotidiano, estou sempre rabiscando no papel ou pelo computador.
Atrás é a parede do meu quarto, ele é todo desenhado por mim e pela minha irmã desde os meus 11 anos. 


Eu estava lendo Drácula, de Bram Stoker. Tinha esse livro há anos aqui em casa, mas nunca tinha lido, deveria ter pego antes, pois é maravilhosooooo.
Junto tem o meu mouse rosa e pequeno, porque a minha mão é pequena uahuahu e o meu mousepad da pintora Frida Kahlo, que comprei de uma amiga anos atrás.

9 de novembro de 2017

Não pare de escrever


"Não pare de escrever", é o que sempre digo à mim mesma, e no entanto é exatamente o contrário o que faço, fico sem escrever por semanas, meses, até me sentir sufocando dentro de meu corpo, precisando respirar através das folhas de caderno. Maltratando as linhas retas com minha caneta preta ou meu lápis, sem saber no que vai dar, misturando lágrimas com a frustração de não conseguir escrever rápido o bastante, querendo acompanhar o fluxo dos pensamentos com meu punho não tão veloz.
Escrever é como uma conversa comigo mesma, é uma forma de decifrar o que meu coração está sentindo, e de desfazer os nós que se enroscam em minha mente.

Também sempre recorri às cartas para explicar meus sentimentos à outras pessoas. Eu tenho um defeito de começar a me emocionar e a ficar com os olhos cheios d'água quando me exalto em uma discussão, ou quando preciso dizer o que estou sentindo. Desde cedo, abominei chorar na frente de outros, então há muito tempo recorri à forma escrita para explicar o que há em meu coração. Minha mãe já recebeu inúmeras cartas minhas desde criança, e antigos amores também já receberam muitos papéis escritos e longos e-mails.
Quando paro de escrever por completo durante um tempo, meus sentimentos ficam confusos, como se eu tivesse dificuldade para  respirar. E no entanto, mesmo tendo a necessidade de me derramar no papel, eu deixo de lado essa prática tão importante. Há vezes em que estou tão dentro de mim mesma, que escrever se torna dificílimo e torturante. Faltam-me palavras e as vírgulas se tornam grandes pedras em meu caminho.

Ainda que tentar transpor sentimentos em palavras seja uma tarefa complicada, sempre aconselho: "NÃO PARE DE ESCREVER", aos outros e à mim mesma. Escreva sobre qualquer coisa, escreva sobre banalidades, sobre coisas importantes, sentimentos, sobre o seu dia, mesmo que a rotina seja maçante, escreva sobre um parente, sobre aquele sonho que teve na noite passada, escreva sobre aqueles dez minutos de caminhada que foi recompensada com um sorvete. Apenas escreva, não importa o assunto. Não deixe de escrever.

~
Na foto, o livro de zines do ilustrador e skatista, Mark Gonzales.

31 de outubro de 2017

Livros de terror que tenho na minha estante!


Eu fiz uma seleção dos meus livros de terror, todos queridos em meu coração! Fiquei triste em me lembrar de que muitos estão emprestados e não saíram nas fotos, nunca imaginei que tivesse mais de cinco livros nessa temática, que embora eu ame, não me empenho em adquirir huahuahua.


Os mais belos contos alucinantes dos mais famosos autores, falei dele no post 7 livros mais surrados da minha estante huahua | Os mais belos contos terroríficos | Drácula, de Bram Stoker


Crônicas Vampirescas, da Anne Rice

Príncipe Lestat, o último livro | Entrevista com o vampiro, o primeiro livro, também em meu post 7 livros mais surrados da minha estante | A Rainha dos Condenados, terceiro

30 de outubro de 2017

DGA: 5 filmes para góticos/alternativos nesse Halloween.


Halloween, data preferida das pessoas trevosas e das bruxas, onde temos passe-livre para andar na rua com sangue falso no rosto e programação voltada para o terror em todos os canais de televisão.
Como eu também amo essa festividade e não perco a tradição, selecionei cinco filmes adorados pelos trevosos e obrigatórios nessa data.

Esse post foi feito para o Desafio Goth/Alternativo, criado pela Giovana Mattos do Blog This is My World, para o grupo Universo Alternativo.


O Corvo - 1994
The Crow

Adaptado de uma história em quadrinhos, Eric Draven e sua noiva Shelly são brutalmente assassinados na Noite do Demônio, que precede o Halloween. Um ano depois, Eric volta do mundo dos mortos, ainda sem lembranças do que aconteceu, guiado por um corvo. Ele volta ao seu antigo loft e se recorda das memórias e a dor da morte. Ele então pinta em seu rosto os traços de um palhaço feliz e distorcido e inicia uma caçada para se vingar dos seus assassinos.
Todo gótico que se preze já se pintou, pelo menos no banheiro de casa, com a maquiagem do Corvo.

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