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6 de fevereiro de 2019

Leia Mulheres em 2019!


Eu amo iniciativas que apoiam mulheres! Foi há 2 anos que encontrei o #LeiaMulheres e tenho lido mais autoras do que antes, sempre preferindo-as na hora de comprar novos livros.
Esse ano não será diferente, quero seguir a lista de 2019 do desafio, e se possível, dobrar a meta!


Em janeiro,  janeiro o tema é livro clássico. Fiquei procurando na minha estante qual livro clássico escrito por uma mulher tenho em casa, pois o objetivo é conseguir ler todos os livros físicos que tenho o mais rápido possível.
Encontrei então o livro da Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes, que tanto queria ler, mas que ficava enrolando por achar não ser o tempo certo.

"Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança."

Uma das minhas metas literárias é ler todas as irmãs Brontë, já li a Charlotte (Jane Eyre), acabei de ler a Emily (O Morro dos Ventos Uivantes), agora falta a Anne!
Terminei a leitura em quatro dias, pois a história me prendeu demais e não conseguia parar de ler. E sofri muito junto com os personagens. Dizem que o livro da Emily é mais triste que o da Charlotte, eu já achei o contrário, chorei muito com Jane Eyre, ao passo que com o Morro me senti muito triste pelos personagens por levar vidas tão melancólicas.
Fico triste pela Emily não ter visto que seu livro hoje é um clássico, ela morreu jovem achando que tinha sido um fracasso.

"Por isso, ele nunca saberá como eu o amo; e não é por ele ser bonito,
mas por ser mais parecido comigo do que eu própria. Seja qual for a matéria
de que nossas almas são feitas, a minha e a dele são iguais."

Ainda estou escolhendo minha HQ de fevereiro, já li todas as que tenho em casa, então preciso adquirir uma rapidamente!

2 de maio de 2018

Eu vivo em dois mundos, um deles é o mundo dos livros


Como disse Rory Gilmore, "eu vivo em dois mundos, um deles é o mundo dos livros", frase que resume o meu amor pelo mundo literário. Desde muito nova fui viciada em ler, e por muitos anos os meus amigos eram os personagens das histórias.

Eu sou meio louca por listas e desafios, então participo de 6 deles! Nenhum tem prazo para terminar, então posso ir com calma e sem estresses.

Projeto Lendo o Mundo
Consiste em ler um livro por país! É uma ótima maneira de viajar sem sair de casa, e também de conhecer a literatura de outras culturas! Ao todo são 198 livros. Veja a lista aqui. Até o momento li 22!

9 de dezembro de 2017

12 livros em 4 meses


Desde agosto não tenho atualizado meu blog direito, e nem o Memory Jar :c
Nesses quatro meses que se passaram, a minha leitura totalizou-se em doze livros, cada um mais diferente do outro!
Seis são livros que tenho em casa, e seis eu li por pdf no celular mesmo.
São todos livros que amei, então a minha classificação para eles é bem alta.


♥ Outros jeitos de usar a boca, de Rupi Kaur - eu já tinha lido a versão em inglês (Milk and Honey), mas ganhei a versão em português da minha amiga Francieli maravilhosa! Falei dele aqui e tirei várias fotinhas!

♥ Eu, Robô, de Isaac Asimov - eu amo ficção científica e amo as histórias do Asimov. Esse livro é muito diferente do filme, sério, MUITO diferente. O livro tem vários contos na temática da robótica. A história do filme foi criada pelos diretores de hollywood, baseada nas três leis da robótica e nos personagens que tem no livro. Eu fiquei um pouco triste depois que descobri isso, mas ainda assim amei a leitura.

♥ Orgulho e Preconceito, de Jane Austen - um dos clássicos da literatura, essa é a obra mais conhecida da Austen. Retratando com ironia a vida provinciana e inglesa do século 18, ela mostra a família Bennet, composta pelos pais e pelas cinco irmãs Bennet. De origem não muito abastada, naquela época as mulheres ficavam em casa esperando por um marido. Jane Austen constrói a personagem Elizabeth de forma irônica, ela refuta pensamentos da época e não aceita certos caminhos que sua família tenta empurrá-la.

8 de setembro de 2017

Ainda te devo um café!


No finalzinho de agosto, o correio trouxe um presente da minha amiga Francieli Mendes! A gente se conheceu pelo blog mesmo, em meados de 2010/2011, ou seja, no início do meu blog! Começamos a conversar e a desabafar também sobre as coisas da vida. Ela me apoiou muito toda vez que postei um texto, e agora me apoia quando eu posto meus desenhos!
Mudamos muito depois de seis anos, ainda não nos vimos pessoalmente, pois moramos em diferentes estados do Brasil, mas o plano de nos ver continue de pé, e eu devo um cafézinho à ela huahua.

14 de agosto de 2017

Não sou Ninguém! Quem é você? Ninguém também?


A Bruna pré-adolescente mergulhava em poesias mórbidas e as procurava pela internet e pela biblioteca do bairro. Além disso, eu tinha uma agenda onde os transcrevia e desenhava coisas tristes nas páginas ao lado. Foi em procura de poemas mais melancólicos que encontrei Emily Dickinson (1830-1886Massachusetts - EUA), apenas uns poucos versos num blog que eu nem me lembro o nome.
Então eu soube que ela escreveu mais de cem poemas, porém publicou em anonimato somente dez em um jornal, e não publicou nenhum livro enquanto estava viva. Ela era totalmente reclusa, e viajou apenas duas vezes por questões de saúde. Emily era conhecida como a "Grande Reclusa", sua vida foi para a poesia, ela escolheu não se casar e nem ter filhos, e viveu com os pais até os últimos dias, ela viveu até os 56 anos.
Emily escrevia seus poemas diariamente, e confeccionava seus próprios caderninhos de poesia, costurando-os à mão, e guardando-os na gaveta. 

10 de agosto de 2017

Projeto Literário Agatha Christie II


Eu conheci a Agatha Christie quando ainda estava no ensino fundamental, após visitar o sebo do meu bairro e encontrar um livro dela por dois reais! Depois de um tempo, eu descobri que a minha avó tinha todos os livros da Agatha quando era adolescente, mas os exemplares foram vendidos sem a autorização dela.
Quando eu vi que criaram o Projeto Agatha Christie, vi uma oportunidade para me impulsionar a ler todos os livros dela.
A Agatha escreveu mais de  88 livros de ficção! Sem contar ensaios e peças teatrais! De 88, eu já li 13, não é nem metade hauaha. Nesse post, falarei de apenas sete, e farei outros posts quando for lendo um certo número de livros dela. Acho que terminarei antes de morrer hauha.


A Agatha é conhecida como a Rainha/Dama do Crime, por escrever tantos livros bons de romance policial! Ela nasceu em 1890, na Inglaterra. Cresceu ouvindo as histórias de Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, contadas por sua irmã mais velha, Madge. Mas foi a mãe que a incentivou a começar a escrever contos. Quando jovem, disse à irmã que poderia escrever uma história de detetive, a irmã duvidou, e em sua biografia Agatha disse que então, a semente foi plantada, e que ela havia sido atingida pela determinação de escrever histórias policiais.
Suas histórias mais famosas incluem seu detetive belga Hercule Poirot, e a detetive idosa e amadora Jane Marple (ou Miss Marple).

3 de maio de 2017

A única experiência que nunca descreverei.

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Na manhã de sexta-feira, 28 de março, um dia claro, luminoso e frio, Virginia foi como de costume ao seu estúdio no jardim. Lá, escreveu duas cartas, uma para Leonard (seu marido) e outra para Vanessa (sua irmã) — as duas pessoas que mais amava. Nas duas cartas explicava que vinha ouvindo vozes e acreditava que nunca mais ficaria boa; não podia continuar estragando a vida de Leonard. Ela colocou o bilhete sobre a lareira da sala de estar, e cerca de 11h30 esgueirou-se para fora, levando sua bengala de passeio; e atravessou os prados até o rio. Leonard acreditava que ela já havia feito uma tentativa para se afogar: assim, teria aprendido com o fracasso, e estava decidida a não falhar de novo. Deixando a bengala na margem, ela esforçou-se para pôr uma grande pedra no bolso do casaco. Depois encaminhou-se para a morte, ‘a única experiência’, dissera um dia a Vita (a mulher que um dia amou), ‘que nunca descreverei'.
Essa é a descrição do suicídio de Virginia Woolf, escrita por seu sobrinho, Quentin Bell. 
No dia 28 de março de 1941, aos 57 anos, Virgínia vestiu um casaco, encheu seus bolsos de pedras e se afogou no Rio Ouse. Seu corpo foi encontrado somente três semanas mais tarde, em 18 de abril de 1941, por um grupo de crianças perto da ponte de Southease.

Ela é uma das minhas escritoras britânicas favoritas, tenho o livro Passeio ao Farol e um box de livros dela contendo Noite e Dia, As Ondas, A Viagem, Entre os Atos, Os Anos, O Quarto de Jacob, que ganhei de uma pessoa na época muito querida.
A carta de suicídio que ela deixou para o marido me toca demasiadamente:

Meu Muito Querido,
Tenho a certeza de que estou novamente enlouquecendo: sinto que não posso suportar outro destes terríveis períodos. E desta vez não me restabelecerei. Estou a começar a ouvir vozes e não consigo concentrar-me. Por isso vou fazer o que me parece ser o melhor. Deste-me a maior felicidade possível. Foste em todos os sentidos tudo o que qualquer pessoa podia ser. Não creio que duas pessoas pudessem ter sido mais felizes até surgir esta terrível doença. Não consigo lutar mais contra ela, sei que estou destruindo a tua vida, que sem mim poderias trabalhar. E trabalharás, eu sei. Como vês, nem isto consigo escrever como deve ser. Não consigo ler. O que quero dizer é que te devo toda a felicidade da minha vida. Foste inteiramente paciente comigo e incrivelmente bom. Quero dizer isso — e toda a gente o sabe. Se alguém me pudesse ter salvo, esse alguém terias sido tu. Perdi tudo, menos a certeza da tua bondade. Não posso continuar a estragar a tua vida. Não creio que duas pessoas pudessem ter sido mais felizes do que nós fomos.

V.

29 de março de 2017

Nada mais seguro que o som de você lendo alto para mim.

Milk and Honey é o primeiro livro de poesias da escritora de origem indiana, Rupi Kaur, publicado de modo independente em 2015, e que alcançou a lista dos mais vendidos da The New York Times no ano seguinte.

O livro é repleto de poesia e prosa sobre violência, abuso, amor, perda e empoderamento feminino. Além de possuir ilustrações delicadas e simples, que complementam os poemas.
Eu amei a forma poética que Rupi trata dos temas abordados, mostrando seus sentimentos, pensamentos e vivências sem rodeios.
Milk and Honey é dividido em quatro partes: a dor, o amor, a ruptura e a cura.
No Brasil, o livro foi lançado com o título "Outros Jeitos de Usar A Boca", pela tradutora Ana Guadalupe.
[a forma como fala de si mesma | a forma como se degrada | até a inferioridade | é abuso - auto-mutilação]

[toda vez que você | diz à sua filha | que grita com ela | por amor | você a ensina a confundir | raiva com bondade | o que parece uma boa ideia | até ela crescer e | confiar em homens que a machucam | porque eles se parecem muito | com você - para pais que tem filhas]
[nossas costas | contam histórias | que a lombada | de nenhum livro | pode carregar - mulheres de cor]
[você precisa de mim | ou você precisa de alguém? | há uma diferença]
[há dias | em que eu me sinto infértil | como se mais nenhum poema surgisse | como se todas as palavras do mundo que haviam | de ser tecidas por mim | já foram tecidas | e eu sou incapaz | de criar nada]
[quero pedir desculpas à todas as mulheres | que descrevi como bonitas | antes de dizer inteligentes ou corajosas | fico triste por ter falado como se | algo tão simples como aquilo que nasceu com você | fosse seu maior orgulho quando seu | espírito já despedaçou montanhas | de agora em diante vou dizer coisas como | você é forte ou você é incrível | não porque eu não te ache bonita | mas porque você é muito mais do que isso]

[nada mais seguro | que o som de você | lendo alto para mim - o encontro perfeito]

[sua arte | não é sobre quantas pessoas | apreciam seu trabalho | sua arte | é sobre | se o seu coração gosta da sua arte | se a sua alma gosta da sua arte | é sobre o quão honesta | você é consigo mesma | e você | nunca deve | comercializar a sua honestidade]


Rupi Kaur

Escritora de origem indiana, Rupi se mudou com os pais para o Canadá aos quatro anos de idade, e vem mostrando sua literatura e sua arte através das redes sociais.
Ela desenha e escreve desde pequena, por influência de sua mãe, porém ela mesma disse: “A carreira de escritora não era aceitável para os meus pais”, agora com 24 anos, Rupi está escrevendo seu segundo livro ❤.
Eu a conheci em 2015, mas não por causa de seus poemas, e sim pela foto "polêmica" e artística que ela tirou com sua irmã, Prabh Kaur, onde aparecia um vazamento menstrual na calça. A mesma foto foi censurada pelo Instagram, abrindo caminho para a discussão sobre a rede social permitir fotos de menores de idade objetificados e sexualizados, e censurar um pequeno vazamento menstrual.


Fotografia: Hannah Marie

12 de março de 2017

Me derreter quando você sorrir e me acabar por completo quando você gargalhar.


Esse título foi retirado de "Crave", peça escrita pela dramaturga inglesa Sarah Kane. Eu anotei o nome dessa obra - e consegui encontrar um exemplar anos depois - após assistir o que viria a ser um dos meus curtas-metragens favoritos, baseado em um trecho de "Crave", Reflections of a Skyline.

Ambos mexem muito com a minha alma, talvez se alguém me pedisse para listar obras que estão guardadas em meu coração, esse curta e a peça certamente seriam mencionadas.


O curta-metragem está disponível aquiii, legendado e em HD.
Abaixo o trecho sem cortes de Crave:

E quero brincar de esconde-esconde e dar minhas roupas para você e dizer que eu gosto dos seus sapatos e sentar nos degraus enquanto você toma banho e massagear seu pescoço e beijar seus pés e segurar a sua mão e sair para jantar e não me importar quando você comer minha comida e encontrar você no Rudy e falar sobre o dia e digitar suas cartas e carregar suas caixas e rir da sua paranoia e te dar fitas que você não vai ouvir e assistir a belos filmes e assistir a filmes horríveis e reclamar do rádio e tirar fotos de você quando você estiver dormindo e levantar para te levar o café e pãezinhos e geleia e ir ao Florent e tomar café à meia-noite e deixar você roubar meus cigarros e nunca achar os fósforos e contar pra você sobre o programa de TV que eu vi na noite passada e te levar ao oculista e não rir das suas piadas e querer você de manhã mas deixar você dormir mais um pouco e beijar suas costas e acariciar sua pele e dizer quanto eu amo seu cabelo seus olhos seus lábios seu pescoço seus peitos sua bunda sua  e sentar nos degraus e fumar até seu vizinho chegar em casa e sentar nos degraus e fumar até você chegar em casa e me preocupar quando você estiver atrasada e me surpreender quando você chegar mais cedo e te dar girassóis e ir à sua festa e dançar até não poder mais e me desculpar quando eu estiver errado e ficar feliz quando você me perdoar e olhar suas fotos e querer ter te conhecido desde que você nasceu e ouvir sua voz no meu ouvido e sentir sua pele na minha pele e ficar assustado quando você estiver zangada e um de seus olhos ficar vermelho e o outro azul e seu cabelo cair para a esquerda e seu rosto parecer oriental e dizer para você que você é linda e te abraçar quando você estiver ansiosa e segurar você quando você se machucar e querer você toda vez que eu te cheirar e te ofender quando te tocar e choramingar quando estiver do seu lado e choramingar quando não estiver e babar nos seus seios e cobrir você de noite e sentir frio quando você tirar meu cobertor e calor quando você não tirar e me derreter quando você sorrir e me acabar por completo quando você gargalhar e não entender por que você acha que estou te rejeitando quando eu não estou te rejeitando e pensar como você pôde achar que alguma vez te rejeitei e pensar em quem você é e te aceitar de qualquer jeito e te falar sobre o garoto da floresta encantada que atravessou o oceano porque te amava e escrever poemas para você e pensar por que você não acredita em mim e sentir tão profundamente que eu não ache palavras pra expressar esse sentimento e querer te comprar um gatinho do qual eu teria ciúmes porque ele teria mais atenção do que eu e deixar você ficar na cama quando você tiver que ir e chorar como um bebê quando você finalmente for e me livrar das pontas e te comprar presentes que você não queira e levá-los de volta e pedir para você casar comigo e ouvir você dizer não mais uma vez mas continuar pedindo porque apesar de você achar que eu não estava falando sério eu sempre falei sério desde a primeira vez que te pedi em casamento e vagar pela cidade achando que ela está vazia sem você e querer o que você quer e achar que estou me perdendo mas saber que estou seguro quando estou com você e te contar o que eu tenho de pior e tentar te dar o que eu tenho de melhor porque você não merece nada menos do que isso e responder suas perguntas quando eu preferir não responder e dizer a você a verdade mesmo quando eu realmente não queira e tentar ser honesto porque eu sei que você prefere assim e achar que está tudo acabado mas aguentar por mais dez minutos antes de você me jogar fora de sua vida e esquecer quem eu sou e tentar ficar mais próximo de você porque é lindo aprender a te conhecer e vale a pena o esforço e falar mal alemão com você e falar hebraico pior ainda e fazer amor com você às três da manhã e de alguma forma de alguma forma de alguma forma expressar um pouco deste esmagador embaraçoso interminável excessivo insuportável incondicional envolvente enriquecedor-de-coração ampliador-de-mente progressivo infindável amor que eu sinto por você.


Sarah Kane nasceu em fevereiro de 1971, em Essex, Inglaterra. Ela queria ser atriz, mas seu coração bateu mais forte pela escrita. Sarah escreveu cinco peças e um roteiro cinematográfico.

Antes que pudesse ver encenada sua última obra, 4.48 Psicose (04:48 seria o horário em que a maioria dos suicídios ocorrem), Sarah não aguentou as crises de depressão e teve uma overdose de remédios para dormir, foi encontrada e levada para o hospital, porém dois dias depois ela se enforcou, em vinte de fevereiro de 1999. Sarah teria 46 anos agora.
Ela foi considerada a maior dramaturga inglesa do final do século XX, e infelizmente não pôde ver o sucesso que suas peças tiveram ao redor do mundo.

13 de fevereiro de 2017

4 moradores novos na minha estante!


Eu tenho muitos livros em casa, e não há limite de quantos quero ter na estante. Quem me conhece, sabe que meus presentes preferidos são livros, e que o cheiro deles me deixa calma ❤.
Fico doida numa livraria, e bibliotecas parecem os melhores lugares do mundo.
Agradeço à minha mãe que me deu o primeiro livro aos dois anos de idade huahua ❤.


- A Revolução dos Bichos (1945) foi o primeiro livro dos novos que já terminei de ler. Quem escreveu foi George Orwell, mesmo autor de "1984", e escritor do meu coração. Tenho outras obras dele em casa. No post do Memory Jar de Janeiro dei cinco estrelas para ele!

- Americanah (2013), de Chimamanda Ngozi Adichie, escritora nigeriana. Eu estava doida por esse livro, já li a obra dela chamada "Sejamos Todos Feministas" (2014). Ele tem 400 páginas e terminarei ainda esse ano huahua.


- Ultra Carnem (2016), de Cesar Bravo. Eu ganhei esse livro no ano novo, comentei sobre ele no Memory Jar de Janeiro . É da DarkSide e literatura nacional de terror ❤. O garfo na capa é 3D!

- Príncipe Lestat (2015), de Anne Rice. É o 11ª e recém lançado livro das "Crônicas Vampirescas". Eu li até o sétimo livro, e pretendo seguir na ordem até acabar. Pretendo terminar ainda esse ano, então comprei igual a uma desesperada o Príncipe Lestat. Ele está lindo na minha estante só esperando a vez. Falei do quinto e do sétimo livro da Anne no Memory Jar de Janeiro.

- O marcador de livros é da marca Brutal Kill, onde comprei roupinhas e recebi brindes na embalagem.


~

24 de janeiro de 2017

Projeto Literário Agatha Christie I


Eu conheci a Agatha Christie quando ainda estava no ensino fundamental, após visitar o sebo do meu bairro e encontrar um livro dela por dois reais! Depois de um tempo, eu descobri que a minha avó tinha todos os livros da Agatha quando era adolescente, mas os exemplares foram vendidos sem a autorização dela.
Quando eu vi que criaram o Projeto Agatha Christie, vi uma oportunidade para me impulsionar a ler todos os livros dela.
A Agatha escreveu mais de  88 livros de ficção! Sem contar ensaios e peças teatrais! De 88, eu já li 13, não é nem metade hauaha. Nesse post, falarei de apenas seis, e farei outros posts quando for lendo um certo número de livros dela. Acho que terminarei antes de morrer hauha.


A Agatha é conhecida como a Rainha/Dama do Crime, por escrever tantos livros bons de romance policial! Ela nasceu em 1890, na Inglaterra. Cresceu ouvindo as histórias de Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, contadas por sua irmã mais velha, Madge. Mas foi a mãe que a incentivou a começar a escrever contos. Quando jovem, disse à irmã que poderia escrever uma história de detetive, a irmã duvidou, e em sua biografia Agatha disse que então, a semente foi plantada, e que ela havia sido atingida pela determinação de escrever histórias policiais.
Suas histórias mais famosas incluem seu detetive belga Hercule Poirot, e a detetive idosa e amadora Jane Marple (ou Miss Marple).


A Noite das Bruxas
Em uma pequena cidade inglesa, a escritora de livros policiais Ariadne Oliver ajuda com os preparativos da festa de Halloween local. Por causa da presença da escritora, uma menina de treze anos chamada Joyce, fica se gabando de que já presenciou um assassinato, porém ninguém acredita nela, visto que é conhecida como mentirosa. Em meio às brincadeiras do Halloween, ninguém nota tão cedo que houve um assassinato. Ariadne liga para seu amigo detetive Hercule Poirot, pois acredita que ele é o único capaz de desvendar o caso.
Eu achei enfadonho, porque não gosto da Ariadne Oliver (a ironia é que dizem ser o alter ego da Agatha huaha). Simplesmente não fui com a cara dela. E como ela dá palpites na investigação, eu não li com muita felicidade ahuhau, além de ter achado o caso previsível demais.

Assassinato no Campo de Golfe
Quem narra esse livro é o Capitão Hastings, amigo de Hercule Poirot. A história começa com Poirot recebendo uma mensagem de um senhor chamado Renauld, dizendo que sofre perigo. Entretanto, quando o detetive chega ao local, uma hospedaria que mantém um grande campo de golfe, descobre que já é tarde e o seu cliente foi assassinado. A história fica mais emocionante quando a arma do crime desaparece, e um novo cadáver é encontrado no mesmo local!

Sócios no Crime
São 23 casos que são desvendados pelo casal Tommy e Tuppence, donos da Agência Internacional de Detetives, que resolvem cada crime imitando grandes detetives como Poirot e Sherlock.
Eu gostei do livro, mas é um pouco parado com relação aos outros livros da Agatha.


Enquanto Houver Luz
Reúne textos curtos de Agatha Christie que nunca haviam sido publicados em livros, apenas em revistas undergrounds de contos policiais das décadas de 20 e 30. São nove relatos que incluem duas aventuras do detetive Poirot, o primeiro conto escrito por ela e outras tramas de crime e terror.
Eu achei chato, a leitura não fluía.

Assassinato no Expresso do Oriente
Hercule Poirot recebe um telegrama pedindo que volte urgentemente para Londres. Ele embarca então no Expresso do Oriente, estranhamente lotado para a época do ano. No meio do caminho, uma terrível nevasca impede o trem de continuar seu percurso.
De repente, no meio da madrugada, um passageiro é assassinado brutalmente. Todos os passageiros são suspeitos, e Poirot tenta descobrir quem cometeu tal crime, antes que aconteça outra atrocidade.
Eu devorei esse livro às pressas, porque foi uma leitura deliciosa, é uma das melhores histórias para mim.

A Morte no Nilo
Hercule Poirot tirou férias no Egito, e estava à bordo de um barco no rio Nilo, quando uma moça jovem, bela, rica e feliz é assassinada em sua cabine. Para completar, à bordo encontra-se um assassino profissional perseguido pelo amigo de Poirot, Coronel Race, agente do Serviço Secreto Inglês.
Eu amei essa trama, coloquei até um coração na avaliação do skoob hahaha.

~

21 de dezembro de 2016

Retrospectiva Literária 2016 (Parte II)


Essa é a segunda e última parte da minha retrospectiva literária de 2016. Quem quiser ver a primeira, clique aqui ❤.
Oficialmente a lista de livros lidos esse ano está fechada, já que temos apenas mais dez dias, e o final do ano está muito corrido para eu conseguir terminar mais um livro huahua.

Lista dos livros e pontuações:
★ruim | ★★mais ou menos | ★★★ok | ★★★★muito bom | ★★★★★genial incrível!:

01. The Enigma of Amigara Fault - Junji Ito ★★★★★
02. Human Chair - Junji Ito ★★★★★
03. Lavagem - Shiko ★★★★★
04. Um, dois e já - Inés Bortagaray ★★★★
05. Macanudo #1 - Liniers ★★★★
06. Portas do Éden # 1 - Pablo Holmberg ★★★★
07. A História do Ladrão de Corpos (As Crônicas Vampirescas #04) - Anne Rice ★★★★★
08. Fahrenheit 451 - Ray Bradbury ★★★★★
09. A Rainha dos Condenados (As Crônicas Vampirescas # 03) - Anne Rice ★★★★★
10. O Discurso “Faça Boa Arte” - Neil Gaiman ★★★ ★
11. Contos de Mentira - Luisa Geisler ★★★ ★
12. Voices In The Dark - Junji Ito ★★★ ★
13. Mimi no Kaidan - Junji Ito ★★★
14. Antologia MÊS 2015 - Vários ★★★★★
15. Lembra de Mim? - Sophie Kinsella ★★★
16. Blood-bubble Bushes - Junji Ito ★★★ ★
17. Cat Diary - Junji Ito ★★★★★

Melhor livro de Literatura: 
Dessa segunda lista, o melhor livre de literatura foi Fahrenheit 451, de Ray Bradbury. Primeiro, eu vi o filme quando era adolescente, minha mãe quem recomendou. Nós amamos ficção científica e distopia, então eu quase morri quando encontrei esse exemplar na livraria, comprei na mesma hora. A história é incrível, Fahrenheit 451 conta sobre um futuro em que a sociedade proíbe os livros, já que os mesmos são uma ameaça ao sistema. Nisso, cada exemplar que é encontrado, os bombeiros, que antes extinguiam o fogo, agora queimam pilhas de livros. A história é contada a partir da visão de Guy Montag, um bombeiro, que começa a esconder exemplares em sua casa.

(foto da Vuou, pois não encontrei o meu exemplar na casa da minha mãe)

Pior Livro de 2016:
Não digo o pior, porém o que me deixou com a sensação de "estar faltando algo" foi  Mimi no Kaidan, do Junji Ito. É um mangá centralizado na personagem Mimi, que não importa para onde vá, sempre se depara com eventos sobrenaturais sinistros.
Eu gostei do mangá, mas não senti aquela sensação de que a história terminou. Um vazio, sabe? Poderia ter mais profundidade nas histórias.

Melhor livro Não Literário:
Eu sou suspeita para falar que é a Antologia MÊS 2015? Eu escrevi uma resenha dessa antologia maravilhosa que participei com mais de 20 autores! São muitas histórias em quadrinhos maravilhosas, o melhor livro não literário da segunda lista só pode ser esse ❤.

Autor Descoberta:
Inés Bortagaray, autora de Um, dois e já. Conheci também através do Clube do Livro GWS. Ela é uma escritora uruguaiana. Eu amei o jeito que ela escreve, e já quero ler os outros livros!

Senti Falta...
Senti falta de ler mais ficção científica e literatura russa. Senti falta também de ficar debruçada num livro e de não conseguir dormir porque queria ler mais.

Melhor capa de 2016:
Voices In The Dark, do Junji Ito. Esse tipo de capa normalmente não me atrai, mas achei tão estranha que acabei amando. Ela tem bem a cara de histórias bizarras japonesas. E as histórias são mesmo bem loucas!

Pior capa de 2016:
O Discurso “Faça Boa Arte”, eeeer, eu critiquei bastante a diagramação desse livro na resenha que fiz huahua. As cores são muito claras, e a capa não me chamou a atenção, o que gostei mesmo foi o conteúdo.

*Eu usei o modelo de retrospectiva da Two Bee, e ela sabe ❤.

12 de dezembro de 2016

Retrospectiva Literária 2016 (Parte I)


Retrospectiva literária de 2016 (parte 1), também conhecida como Minha falha em não ler todos os livros da meta.
Eu planejava ler mais de cinquenta livros. pois essa é a quantidade que consigo anualmente, mas 2016 foi um péssimo ano e obviamente não li todos os livros da listinha.
Foram 31 livros lidos, então eu dividi a retrospectiva em duas partes, a primeira contendo 14 livros e a segunda 17.

Lista dos livros e pontuações:
★ruim | ★★mais ou menos | ★★★ok | ★★★★muito bom | ★★★★★genial incrível!:

01. Manual de Sobrevivência À Vida Adulta - Brendda Lima ★★★★★
02. Cerulean - Catharina Baltar ★★★★★
03. Neuromancer - William Gibson ★★★★★
04. O rouxinol e a rosa - Oscar Wilde ★★★
05. Sejamos Todos Feministas - Chimamanda Ngozi Adichie ★★★★★
06. Por Favor, Cuide da Mamãe - Kyung-Sook Shin ★★★★★
07. Eu Sou Malala - Malala Yousafzai ★★★★★
08. Um Útero É do Tamanho de um Punho - Angélica Freitas ★★★★
09. Três Sombras - Cyril Pedrosa ★★★★★
10. A Bruxa Solitária - Beth Rae ★★★★
11. Ninguém Como Você - Lauren Strasnick ★★★
12. Bonjour - Liniers ★★
13. Roube como um artista - Austin Kleon ★★
14. Revista Farpa - Coletivo Farpa ★★★★

Melhor livro de Literatura: 
Eu gostei muito dos livros que li esse ano, mas sem sombra de dúvidas o melhor foi Por Favor, Cuide da Mamãe, da escritora coreana Kyung-Sook Shin. Eu li pelo tablet, e fiquei muito triste por ter um final, queria continuar lendo para sempre. Fiquei sabendo dele através do Clube do Livro GWS.
Não achei a capa bonita, mas a história é incrível e amei o jeito da Shin de escrever. Eu não conseguia parar de ler!

Pior Livro de 2016:
Dessa primeira parte, o pior livro de 2016 foi Bonjour, do Liniers.
Ele é um dos meus quadrinistas favoritos, e fiquei bastante decepcionada com Bonjour. Foi chato, foi enfadonho, parece que pegaram as tirinhas mais sem graça e colocaram num só livro.

Melhor livro Não Literário:
Roube como um artista, de Austin Kleon é bastante inspirador. Não é um manual, não tem muita coisa escrita. É basicamente um livro com frases e dicas de como se inspirar e sair do bloqueio negativo. A diagramação é bem divertida.

(Poucos dos meus livros estão na casa 
da minha mãe. Esses são 3 dos que estão na lista)

Autor Descoberta:
Angélica Freitas, que escreveu Um Útero É do Tamanho de um Punho. Ela é uma poeta gaúcha e que escreve poemas maravilhosos que rasgam a alma hahaha. Eu soube dela através de uma lista sobre escritoras brasileiras.

Senti Falta...
Senti falta de ler mais ficção científica e literatura russa. Senti falta também de ficar debruçada num livro e de não conseguir dormir porque queria ler mais.

Melhor capa de 2016:
Neuromancer, de William Gibson. Gente, sério, que capa maravilhosa é essa? Dá vontade de mastigar, lamber, esfregar no corpo. Olha essas cores, olha esse traço. Passei mal quando vi a capa e tive que comprar.
Já queria ler Neuromancer um tempão, a capa foi um empurrão.

Pior capa de 2016:
O rouxinol e a rosa, do Oscar Wilde, né hahahuhaaha


É isso, semana que vem postarei a segunda parte ^^
*Eu usei o modelo de retrospectiva da Two Bee, e ela sabe ❤.

8 de agosto de 2016

BEDA: Livros em que fui publicada!


Eu gosto muito de escrever e de desenhar, desde sempre me sinto feliz colocando a minha criatividade para fora. Se eu não estou com uma caneta na mão, então há algo de errado.
Aos 9 anos de idade já sonhava em ser escritora, e antes disso sonhava em ser pintora/desenhista.
Sinto que o meu eu criança ficaria feliz em saber que fui escolhida em três publicações incríveis!
Ainda terei meus livros solo, mas os livros colaborativos não deixam de ter significado .


Mulheres nos Quadrinhos (2014)

Essa foi a primeira coletânea que participei. Eu fui convidada pela Roberta Araújo, estudante de História da Arte, criadora da página Mulheres nos Quadrinhos, Nós duas nos conhecemos em um encontro de artistas na Candelária (RJ) em 2013, e desde então ela vem apoiando a minha arte! 
Fui convidada junto com mais 24 quadrinistas para montar o volume 1 e o volume 2. O projeto foi ficanciado coletivamente (crowdfunding) pelo catarse. Também contou com a ajuda do designer João Miranda.
As fotos do lançamento no Rio de Janeiro estão aqui, eu sou a doida de cabelo azul hahuah.

Minha história em quadrinho chamada "Escape" foi publicada no volume 1, é a primeira história do livro .

Artistas do vol. 1: eu (Bruna Morgan), Ana Maria Sena, Lollete Glamoursdóttir, Sirlanney, Bi Anca, Suzana Maria, Natália Matos, Coletivo Gerimoon. Tirinhas extras de: Jessica Tiola, Carolina Carmo, Giovanna Pinhata, Júlia Nunes, Carolina Pereira, Francisca Nzenze, Juliana Braga, Fernanda Ocanto, Rebeca Prado e Roberta Nunes.

Artistas do vol. 2: Sahr, Andressa Munhoz, Didi Helene, Mônica Crema, Anna Mancini, Carmina Usher, Traquinas Alva, Dani Mota, Pocket Comics, Mariana Sales, Rayla Oliveira, Natany Gomes. Tirinhas extras de: Tatyane Menendes, Ana Luiza Koehler, Carolina Ito, Aryeh, Marianna Lima, Larissa Mozz, Júlia Caetano, Amanda Alboíno, Debora Santos e Helô Pereira.

O pôster abaixo fiz em conjunto com a Sahr!


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Desnamorados (2014)

Desnamorados também foi financiado por crowdfunding, um mês antes do dia dos namorados. A escolha dos autores foi por concurso, onde os textos foram selecionados em duas fases. O meu conto "Minha Garota" passou nas duas etapas e compôs a coletânea sobre amores e desamores.
Foi o primeiro concurso literário que eu participei, e foi muito emocionante ter sido escolhida! 
O lançamento ocorreu em São Paulo, e não pude comparecer, mas as fotos ficaram ótimas, dá pra vê-las aqui!

Quem fez o projeto nascer foi a equipe composta por: Anna Haddad, Filipe Lorêdo, uiu cavalheiro, Luiza de Castro, Guilherme Valadares, Loretta Cavalheiro, Wilson Cavalheiro, Luciana Masini, Diego Reeberg, Renato Garcia e João Monteiro de Castro.

A coletânea foi composta por 52 escritoras e escritores! Além de mim, também participaram minhas amigas Bruna Siena e Natany Gomes .
Quem ilustrou o livro foi: Adriana Komura, Ana Carolina Druwe, Anastasia Pugacheva , Beatriz Sanches, Bruno Perê, Carol Mello, Carol Miag, Denis Fonseca, Diego Sanchez, Felipe Franco, Gabriel Marcondes, Iramaya Haddad, Laura Athayde , Lidia Brancher, Mateus Acioli, Thany Sanchez, Rodrigo Urbano e uiu cavalheiro,
A ilustração da segunda foto abaixo é de Mateus Acioli.

Quem quiser um exemplar, pode obter aqui.



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Antologia MÊS (2015)

A Antologia MÊS foi outra grande felicidade! Também foi financiada coletivamente. A inscrição foi online e as histórias em quadrinhos foram selecionadas pelos organizadores e artistas Augusto Botelho, Daniel Lopes e Antônio Silva.
O projeto começou em 2013 em formato de zines mensais, e já publicou diversos quadrinistas! Em 2015, resolveram montar a Antologia ❤.

A antologia de quadrinhos foi composta por 18 autores + 1 coletivo e duas duplas: Diego Sanchez, Antônio Silva, Laura Athayde , Adri A., Matheus Vianna, Girl Gang Coletivo (meu coletivo *-* quem participou foi Nathalia C. Forte, Satin, eu, Jéssica Lisboa, Thaís Schiavinoto, Luiza Abend, Ana Rôlo, 3M3) , Renata Rinaldi, a dupla Eric Pedott e Leonardo Azevedo, 3M3 , eu, Augusto Botelho, Desalineada , Witchcraft Collage (Carla Duarte e Laíza Ferreira), Gustavo Magalhães , Matheus Bezerra, Gréc, Taís Koshino, Amanda Paschoal , Ludmilla Nascy e Daniel Lopes.

Eu participei junto com meu coletivo Girl Gang na HQ "Support Your Sisters" (foto abaixo).
E também participei solo na HQ "Um Sopro".

Fazer parte desse projeto foi uma realização pessoal, pois eu queria ser publicada na MÊS desde o início! Tenho muito a agradecer aos meninos que organizaram *-*.

Aqui você pode comprar a Antologia MÊS 2015 e outras edições.
E aqui você pode ler online e gratuitamente outras publicações da MÊS.


Eu sou imensamente feliz por ter participado dessas três publicações. Sou bem insegura quanto aos meus desenhos e meus escritos, mas ter essas oportunidades e consegui-las me dá forças para continuar e melhorar. Agradeço a todos que me ajudaram e que ainda me ajudam, o apoio de todos vocês é muito importante.
Uma das pessoas que mais me incentivou foi o Raphael, muito obrigada mesmo ❤.

Recentemente, também fui incluída na MÊS Zine de Julho com mais três artistas *-*!



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Esse post faz parte do BEDA (Blog Everyday in August/ or April), onde o objetivo é postar todo santo dia de agosto. Para saber mais, clique aqui, e o grupo do BEDA é aqui.


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