8 de abril de 2018

O que eu costumo ouvir quando vou desenhar


Eu já falei aqui no blog que gosto muito de lo-fi hip-hop, principalmente quando quero desenhar e escrever, fiz uma lista com 5 playlists de lo-fi hip-hop que eu escuto para desenhar, mas a maioria saiu do ar, então aqui vou compartilhar mais coisinhas!

Lo-fi que me fazem desenhar:

Your smile is my most favorite thing in this world
in love with a ghost | let's go (full ep)
you can't control my heart (ft. shiloh)
happy songs for lonely people
elijah who - new feelings

Também gosto de ouvir podcasts, o meu preferido é o ICONICast, onde o Henrique Lira e o Marco Alvares conversam com artistas. Saiu recentemente o 58º podcast!
Os meus preferidos são sobre ilustração e roteiro, eu amo principalmente conhecer cada artista que passa por lá e saber sua história de vida!
Clique aqui para ver a lista dos podcasts!

Outra opção é ouvir youtubers que desenham, as minhas preferidas são a Mary Cagnin e Ale Presser

9 de março de 2018

À Todas as Mulheres


Especial Dia Internacional das Mulheres

Eu queria desenhar todas as mulheres com quem tive desavenças, mas não consegui entrar em contato a maioria. Então desenhei mulheres reais do meu convívio, mulheres que me apoiaram no meu caminho como artista, mulheres que ficaram ao meu lado em certos momentos, mulheres que eu admiro, amigas artistas, e principalmente mulheres que estavam presentes quando eu descobri o feminismo.

Texto que desenhei da Ana Paula Martins.

27 de fevereiro de 2018

Desapegar é preciso



Antes do início do ano, eu resolvi arrumar minha estante de livros e doar mais da metade deles. Antigamente, eu comprava mil livros e queria encher a minha casa deles, porém a vida foi mudando e percebi que acumular coisas que talvez nem tenham tanto significado para mim, é algo que me desgasta emocionalmente. 
Olhei em volta e me perguntei por quê tenho tantas coisas que nem são tão importantes assim, que estão ali encostadas apenas pegando poeira? Resolvi jogar fora ou doar: coisas que estavam quebradas e que eu pretendia consertar (esse dia nunca chegaria), presentes de pessoas que não fazem mais parte da minha vida e que me machucaram, papéis de anotações que nem me lembro mais sobre o que são, materiais que nunca usarei, livros que nunca lerei, livros que nem gostei tanto assim de ler, roupas que não cabem mais em mim, roupas que não fazem mais parte do meu estilo, e por aí vai.

Mas e quanto à pessoas? Elas vem e saem de nossas vidas, algumas ficam por bastante tempo, e outras por poucos momentos. Eu tenho dificuldade para me desapegar de gente. Tento segurá-las no meu círculo social, até mesmo quando demonstram que o tempo delas na minha vida já passou. Como desapegar de uma amizade ou de uma paixão platônica, quando a minha vontade é de ver e passar horas com a pessoa? 
Eu fico triste quando sou a única a insistir em uma relação, então desde o final do ano passado, tenho tentado me desapegar de pessoas que não parecem dar tanta importância à minha presença. Eu insisto algumas vezes, mas logo saio de cena. 
Eu guardo pessoas como costumava guardar meus livros. Preciso deixar à vista somente aqueles que me fazem bem e que prezam pela minha amizade. É difícil, mas vou aprender a desapegar de objetos e de pessoas.

20 de fevereiro de 2018

Projeto #100em1 - Caixa Cultural e Livraria Da Vinci


Dessa vez fui ao Caixa Cultural aqui do Rio de Janeiro, e depois na Livraria Da Vinci, eu sempre passava perto desses lugares e não sabia da existência deles!

#100em1 é um projeto que consiste em visitar 100 novos lugares no período de um ano! Aqui tem mais sobre o projeto e regrinhas.





9 de fevereiro de 2018

Projeto #100em1 - Hanguk House e Paço Imperial


Eu fui em um restaurante de comida sul-coreana para comemorar o aniversário da Cissa, e na semana seguinte fui no Paço Imperial!

#100em1 é um projeto que consiste em visitar 100 novos lugares no período de um ano! Aqui tem mais sobre o projeto e regrinhas.




Esse é o meu novo canal, se inscreve lá *o *



29 de janeiro de 2018

Meu eu do passado é o melhor conselheiro que tenho


Uma coisa que eu aprendi com o passar dos anos é que o meu eu do passado é o melhor conselheiro que tenho. Ele já passou por tantas coisas e conseguiu superar tantas decepções. Inclusive questões sobre coração partido. Ele já quebrou a cara diversas vezes, que eu nem sei porquê ainda tento huahuahua.

Eu fiz uma visita ao meu eu do passado, e ele me deu muitos conselhos e frases que me ajudaram a abrir os olhos. Eu fiz desenhos que nunca pensei que me serviriam de conforto no futuro. Aqui estão alguns deles:



25 de janeiro de 2018

31 filmes brasileiros para assistir I


Ano passado eu vi quase 100 filmes, e uma das coisas que percebi foi que a maioria era estrangeira. 
Depois de ter ido à um festival de cinema nacional, eu pensei em me desafiar a assistir 1 filme por dia durante 1 mês.
Planejei em colocar em prática em janeiro, mas infelizmente não consegui cumprir o que tinha me prometido. Cheguei a assistir 12 filmes, quase a metade do desafio, e o mês já está acabando.
Decidi então que não me torturaria com esse pensamento de que falhei, seguirei o desafio apenas como 31 filmes brasileiros para assistir.

Eu escolhi filmes que ainda não havia visto, e que estivessem disponíveis online, assim eu poderia deixar um link para quem quiser assistir. 
Aqui eu listarei apenas sete, dividindo por posts até completar os 31, senão fica muito grande.

17 de janeiro de 2018

Quando decidi me reinventar


Foi no final de 2016 que eu comecei a me reconstruir por dentro, me comparei à um cacto que tive e que precisava de cuidados para sobreviver, fui sozinha pela primeira vez ao cinema, fiz minhas primeiras tatuagens, mas então percebi que eu precisava me reinventar, lembrar de quem eu era anos atrás e fazer as pazes com as Brunas que já existiram dentro de mim, só assim nasceria uma nova Bruna.

Em 2017, eu decidi me permitir a sair da concha e me conectar com as pessoas, deixar que tocassem a minha alma, e a anotar cada coisa boa que acontecia por mês, assim criei o Memory Jar, para me lembrar de que meu progresso estava acontecendo e que eu poderia ter orgulho das coisas que fiz. 

Conheci meu amigo de anos e anos, e que até então nunca o tinha visto, fui num porão abandonado de madrugada, li 43 livros, vi 99 filmes (sim, eu não vi mais 1 pra fazer 100), fiz mais de 150 desenhos, fui nomeada Rainha da Bad, de 30 mil seguidores minha página foi para 160 mil! Minha conta artística no instagram alcançou 10 mil seguidores. Entrei para o banco de dados de quadrinhos das Minas Nerds, patinei no gelo pela primeira vez, fui em um cais e vi o céu engolindo o mar, fui chamada para ilustrar a Revista Capitolina, fiz uma trilha, visitei uma cachoeira, fiz amizades verdadeiras, entrei em uma casa abandonada de madrugada com minhas amigas, meditei na praia, fui citada no artigo "a revolução das narrativas feministas nas histórias em quadrinhos", dei duas entrevistas (1 e 2), recebi um presente de uma das primeiras amigas que fiz no blog! Colei lambes com uma amiga pela EBA - UFRJ, conheci a Sasha Velour, fui em uma sessão interativa do filme The Rocky Horror Picture Show, fiz tirinhas baseadas nos signos do zodíaco, conheci a Adore Delano, comecei o projeto #100em1, fiz 4 HQs maiorzinhas (Quando a gente deixar de se falar | Tudo e nada | Não fique triste por mim | Um dia, eu vou...), fiz trampo para o canal Megapix, apareci na Revista Arte Brasileira, minha página foi uma das 10 favoritas da página Poetas de Sofá, abri a minha lojinha, fiz meu canal no youtube, e passei o natal pela primeira vez com a minha família.

Nesse ano que passou, eu tive a oportunidade de me conhecer e de experimentar muitas coisas novas, sei que ainda tenho muito o que percorrer.

Já 2018 é o ano de florescer, de aperfeiçoar o que construí em mim, de combater de verdade a depressão e de tirar vários sonhos da gaveta. Mal posso esperar!


9 de janeiro de 2018

O melhor ano novo de todos os anos


Pode parecer exagero dizer isso, mas o ano novo de 2018 foi o melhor que tive até o momento (otimista pra 2019)!
Todos os anteriores passei em casa de frente para o pc, ou com os amigos do meu relacionamento anterior, e todas as vezes coisas ruins aconteceram. 
Em 2017, fiz amizades com muitas pessoas e encontrei esse grupo maravilhoso da foto acima, adoro muito todos eles e me sinto acolhida de verdade.
Os preparativos começaram dia 30 e fui para casa só depois do ano novo. Foi maravilhoso passar com eles, nada de ruim aconteceu comigo (o que é um milagre, porque todos os reveillons algo acontecia e me deixava na bad). Eu interagi com todos e me senti muito bem. Algumas vezes eu escapava da festa, como sempre faço quando preciso recarregar as energias, mas alguém sempre aparecia e logo um monte de gente estava no mesmo quarto fazendo bagunça *-*.


Eu já estava bem bêbada nessas fotos, e esse foi meu look de ano novo. Eu tinha lido que rosa era uma cor excelente para 2018, e como AMO rosa acabei me vestindo toda huahua
O short minha mãe tingiu de rosa antes de eu pegar emprestado, e a camisa de unicórnio achei nessas lojas normais de rua.
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