17 de janeiro de 2018

Quando decidi me reinventar


Foi no final de 2016 que eu comecei a me reconstruir por dentro, me comparei à um cacto que tive e que precisava de cuidados para sobreviver, fui sozinha pela primeira vez ao cinema, fiz minhas primeiras tatuagens, mas então percebi que eu precisava me reinventar, lembrar de quem eu era anos atrás e fazer as pazes com as Brunas que já existiram dentro de mim, só assim nasceria uma nova Bruna.

Em 2017, eu decidi me permitir a sair da concha e me conectar com as pessoas, deixar que tocassem a minha alma, e a anotar cada coisa boa que acontecia por mês, assim criei o Memory Jar, para me lembrar de que meu progresso estava acontecendo e que eu poderia ter orgulho das coisas que fiz. 

Conheci meu amigo de anos e anos, e que até então nunca o tinha visto, fui num porão abandonado de madrugada, li 43 livros, vi 99 filmes (sim, eu não vi mais 1 pra fazer 100), fiz mais de 150 desenhos, fui nomeada Rainha da Bad, de 30 mil seguidores minha página foi para 160 mil! Minha conta artística no instagram alcançou 10 mil seguidores. Entrei para o banco de dados de quadrinhos das Minas Nerds, patinei no gelo pela primeira vez, fui em um cais e vi o céu engolindo o mar, fui chamada para ilustrar a Revista Capitolina, fiz uma trilha, visitei uma cachoeira, fiz amizades verdadeiras, entrei em uma casa abandonada de madrugada com minhas amigas, meditei na praia, fui citada no artigo "a revolução das narrativas feministas nas histórias em quadrinhos", dei duas entrevistas (1 e 2), recebi um presente de uma das primeiras amigas que fiz no blog! Colei lambes com uma amiga pela EBA - UFRJ, conheci a Sasha Velour, fui em uma sessão interativa do filme The Rocky Horror Picture Show, fiz tirinhas baseadas nos signos do zodíaco, conheci a Adore Delano, comecei o projeto #100em1, fiz 4 HQs maiorzinhas (Quando a gente deixar de se falar | Tudo e nada | Não fique triste por mim | Um dia, eu vou...), fiz trampo para o canal Megapix, apareci na Revista Arte Brasileira, minha página foi uma das 10 favoritas da página Poetas de Sofá, abri a minha lojinha, fiz meu canal no youtube, e passei o natal pela primeira vez com a minha família.

Nesse ano que passou, eu tive a oportunidade de me conhecer e de experimentar muitas coisas novas, sei que ainda tenho muito o que percorrer.

Já 2018 é o ano de florescer, de aperfeiçoar o que construí em mim, de combater de verdade a depressão e de tirar vários sonhos da gaveta. Mal posso esperar!


9 de janeiro de 2018

O melhor ano novo de todos os anos


Pode parecer exagero dizer isso, mas o ano novo de 2018 foi o melhor que tive até o momento (otimista pra 2019)!
Todos os anteriores passei em casa de frente para o pc, ou com os amigos do meu relacionamento anterior, e todas as vezes coisas ruins aconteceram. 
Em 2017, fiz amizades com muitas pessoas e encontrei esse grupo maravilhoso da foto acima, adoro muito todos eles e me sinto acolhida de verdade.
Os preparativos começaram dia 30 e fui para casa só depois do ano novo. Foi maravilhoso passar com eles, nada de ruim aconteceu comigo (o que é um milagre, porque todos os reveillons algo acontecia e me deixava na bad). Eu interagi com todos e me senti muito bem. Algumas vezes eu escapava da festa, como sempre faço quando preciso recarregar as energias, mas alguém sempre aparecia e logo um monte de gente estava no mesmo quarto fazendo bagunça *-*.


Eu já estava bem bêbada nessas fotos, e esse foi meu look de ano novo. Eu tinha lido que rosa era uma cor excelente para 2018, e como AMO rosa acabei me vestindo toda huahua
O short minha mãe tingiu de rosa antes de eu pegar emprestado, e a camisa de unicórnio achei nessas lojas normais de rua.
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